por Marcelo Vianna da Silveira*
01/06/2011
Em artigo, Marcelo Vianna da Silveira explica as características dos profissionais que têm menos de 30 anos
Quem tem mais de 35 anos muitas vezes não entende as reações de alguns de seus colegas de trabalho. Super ativos, imediatistas, querem feedback a todo momento e rápido reconhecimento, não gostam de horários rígidos, adoram navegar na Internet, são ousados, amam trabalhar, mas não querem que o trabalho seja sua vida. Essas são algumas das características da Geração Y, composta por jovens de até 30 anos, que atingem posições de lideranças cada vez mais cedo.
As gerações têm levado em média 20 anos para se formar. Cada geração possui suas características, muitas vezes influenciadas por acontecimentos mundiais ou locais, que marcam suas vidas.
As gerações atualmente conhecidas são:
Veteranos – Senhores que nasceram durante a 1ª guerra mundial, participaram da segunda guerra, não necessariamente ativamente. Foram educados para a disciplina e o respeito às hierarquias. No trabalho valorizam o comprometimento e a lealdade.
Baby Boomers – Os nascidos logo após a segunda guerra, entre 1945 e 1960. Viveram a fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos. Workaholics, valorizam o status e o crescimento profissional. São responsáveis pelo estilo de vida que se tem hoje, baseado em conquistas materiais.
Geração X – compreende os nascidos entre 1961 e 1980. Céticos em relação à política. Gostam de alguma informalidade no trabalho e buscam qualidade de vida e equilíbrio. Carreira de 20 anos na empresa não é com eles.
Geração Y – Os nascidos de 1981 a 1999. Uma galera que adora feedback, sonha em conciliar lazer e trabalho e é muito ligada às novas mídias. São comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica, se engajam em trabalhos voluntários, são informais e imediatistas. Tecnologia e diversidade são naturais, usam recursos online. A falta de cerimônia com os pais leva à indiferença com a autoridade no trabalho.
Vivemos um momento histórico único, onde as gerações (Veteranos, Baby Boomers, X e Y) convivem juntas, no mesmo ambiente de trabalho, umas chefiando outras, com culturas, aspirações e modelos mentais diferentes.
Para relacionar-se bem com a Geração Y é preciso respeitar a sua inteligência, manter a coerência, estar nos lugares físicos e virtuais onde seus membros estão e manejar de maneira estratégica as ferramentas que essa geração usa e entende.
O que podemos perceber é que as quatro gerações estão convivendo juntas dentro das empresas e precisam achar um ponto de equilíbrio para esta convivência. Esse é um assunto para nosso próximo artigo.
*Marcelo Vianna da Silveira é Diretor de Pessoas e Processos da Conquest One.
**As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicadas refletem unicamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da IT Mídia ou quaisquer outros envolvidos nesta publicação
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
História sobre o que é um amor verdadeiro.
Recebi esta história por e mail de minha irmã Milena e achei por bem compartilha-la com todos!
"Um professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião mas lhes contou a seguinte história:
AMOR VERDADEIRO!!!!!
Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarte. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:
— Meus filhos, foram 55 bons anos...
Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:
— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que?
Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.
Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim...
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: 'Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada."Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe...
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:
— Meus filhos, foram 55 bons anos...
Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:
— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que?
Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.
Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim...
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: 'Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada."Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe...
Autor desconhecido
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